Domingo, 17 de Novembro de 2019

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Quinta-feira, 30 de Maio de 2019, 10h:17

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Geisy se diz bissexual: 'Eu namoraria mulher, estou aberta ao amor'

Atualmente, a modelo está solteira e lembra sua primeira experiência com alguém do sexo feminino foi ainda na adolescência, dentro de uma boate gay

Marie Claire

Geisy Arruda sempre surpreende com revelações bombásticas sobre sua vida, mas – dessa vez – o papo com a Marie Claire mostrou um lado que ela pouco comenta: sua bissexualidade. A modelo conta que nunca namorou uma mulher, mas está aberta para esta experiência e justifica que as meninas têm um lado mais delicado e empático que ela admira muito

“Não acredito que o amor tenha uma receita, como um bolo. Às vezes você se apaixona por uma pessoa improvável, quem não imaginaria que fosse acontecer. Simplesmente acontece! Ninguém planeja amar alguém. Namoraria uma mulher sim e teria um lindo relacionamento. A mulher tem a delicadeza de compreender melhor o que acontece com a outra. Pode ser que dê certo para mim! Meu coração está aberto para o meu amor chegar e, independente do sexo, será muito bem-vindo”, deixa claro.

Ela lembra que sua primeira experiência com alguém do sexo feminino foi ainda na adolescência, quando ainda não era uma pessoa pública. Geisy conta que tinha apenas 16 anos e deu o primeiro beijo apenas por curiosidade.

“Sou geminiana, daquelas que querem descobrir o mundo. Eu lembro que eu estava em uma boate gay, onde me sinto livre com meus amigos. Gostei muito e foram algumas vezes que isso aconteceu. Mais tarde comecei a namorar um homem, me relacionei somente com rapazes e, de uns quatro anos para cá, voltei a ficar com meninas. Como namorei por muitos anos, me dediquei a relacionamentos heterossexuais. Desde que fiquei solteira, voltei a frequentar os lábios femininos e não larguei mais”, comenta ela se divertindo muito com o papo.

 

E não é porque hoje é conhecida no Brasil inteiro que ela está blindada de receber um famoso “pé na bunda”. A modelo conta que viajou para Amsterdã, na Holanda, foi a um bar e ficou apaixonada por uma colombiana que estava sentada em outra mesa, junto de algumas amigas.

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Geisy Arruda em viagem a Cancun (Foto: Reprodução/Instagram)

“Estava com um amigo meu em um ambiente descolado, com uma galera que fumava maconha enquanto eu tomava uma garrafa de vinho. De repente, avistei um grupo de meninas em que uma me chamou muito a atenção porque era bonita e ficou perto da gente. Olhei demais para ela. Percebi que era colombiana, daquelas parecidas com uma Miss Universo, com uma calça rosa bem justinha que mostrava todo o bumbum. Queria me aproximar, até que ofereci vinho, o que foi negado. Quando ela se levantou para ir ao toalete, fui atrás, fiquei esperando ela sair e, ao me ver parada, ficou muito assustada porque pensou que eu estava a perseguindo. Imediatamente me perguntou ‘o que você quer comigo?’, com cara de brava. Fiquei desnorteada, sem saber o que fazer. Voltei para o meu lugar e fiquei bebendo o resto da noite. Esta colombiana partiu meu coração”, declara rindo muito da situação constrangedora.

Geisy põe a valer o dito popular “solteira sim, sozinha nunca” e não tem medo dizer que gosta de paquerar e dar um beijos quando está descompromissada. Ela defende que o privilégio de ser “namorador” não é só dos homens, mas mulheres também precisam se sentir à vontade para beijar ou transar com quem quiserem. 

Digamos que eu tenha um fogo insaciável! Tanto homens como mulheres podem e devem gostar de sexo, de namorar igualmente. Existem mulheres que gostam muito de sexo e apreciam este momento. Tem coisas que eu ainda não fiz e gostaria de conhecer, então acho que o mundo é muito amplo e tem muito a ser descoberto. Não posso ficar só ali no ‘papai e mamãe’, no ‘café com leite’, sendo que posso ter muitas opções. Sentir um toque e uma mordida têm um poder sobre o corpo que você pode usar no corpo de alguém... Não precisa muito para sentir um prazer intenso. É possível sentir o prazer no olhar.”

Por fim, ela afirma que gosta muito da sedução, da conquista e do jogo “presa versus dominadora”.

Faz apenas quatro anos que eu descobri minha sexualidade e como ser uma mulher livre sexualmente ativa. Comecei a me tocar e descobrir o quão incrível eu sou para mim mesma. Consigo sentir prazer sozinha e dar prazer para outras pessoas. Quando a mulher domina sua sexualidade, se torna irresistível”, opina.

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