Governo de Resultados
13.01.2018 | 11h34 - Atualizado em 13.01.2018 | 11h40
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Equilíbrio e visão estratégica, marcas de Riedel

Redação

A gestão de Reinaldo Azambuja inicia seu último ano de mandato respirando aliviada. Até aqui, 75% da trajetória que assumiu em janeiro de 2015 foram cumpridos com sacrifícios extraordinários. Sucessivas crises econômicas, políticas e institucionais, cujas raízes, de tão profundas, tornariam os governos estaduais reféns da ingovernabilidade, engessados e quase sem criar novas perspectivas de crescimento, obrigados unicamente a pagar contas e torcer por dias melhores.

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Em Mato Gross do Sul, a administração estadual não se deixou engessar pela conjuntura. O governo, sem tirar os pés do chão, foi ousado e conseguiu conciliar as duas prioridades mais importantes: de um lado, restabelecer a governabilidade; de outro, renovar as condições de desenvolvimento social e econômico. Para isso, Azambuja idealizou um choque de gestão e confiou a execução do planejamento estratégico a alguém de sua absoluta confiança: Eduardo Riedel.

Com a vitoriosa experiência de gestor que consagrou o seu desempenho na presidência da Federação da Agricultura e Pecuária (Famasul), segmento que durante seu mandato fez do Estado uma das referências na afirmação de novas fronteiras do agronegócio, Riedel topou o desafio de comandar a Secretaria Estadual de Governo e Gestão Estratégica. Sabia que a Pasta havia sido criada por Azambuja para dar forma e conteúdo aos conceitos de mudança na filosofia gerencial, abrindo horizontes mais amplos e renovadores nas relações entre dirigentes e dirigidos e tornar possíveis os avanços reclamados pela sociedade.

DISCRIÇÃO - Há três anos, e cultivando distância dos holofotes, à mineira, Eduardo Riedel conduz a Pasta com discrição e espartano comprometimento. Acumula triunfos significativos, alguns deles de alcance histórico, mas credita total mérito ao governador Reinaldo Azambuja. Afirma convicto, que as diretrizes pré-estabelecidas, a confiança e a responsabilidade com que o governador trata a administração publica têm sido fundamentais para que sua equipe faça o trabalho que lhe compete.

O equilíbrio e a visão estratégica de Riedel, somados à lealdade pessoal e política, fizeram dele um parâmetro diferenciado na estratégia de governança dos governos estaduais. Não por acaso, Mato Grosso do Sul, mesmo no olho do furacão recessivo, tem sido um exemplo nacional de superação. De maneira recorrente, está figurando entre os estados com melhor desempenho na geração de empregos, no controle financeiro e fiscal, no cumprimento dos calendários-base de desembolso – pagando em dia o funcionalismo e com um dos melhores ganhos salariais do Magistério -, além de enfrentar a crise investindo na habilitação plena dos segmentos produtivos e promovendo a retomada do crescimento.

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Sem experiência em mandatos eletivos e sem antes ter ocupado cargos semelhantes, Riedel faz ainda seu papel de mediação interna na articulação da máquina governamental e atua na resposta às demandas políticas externas, que desaguam na Governadoria, geralmente em forma de pressão. É com serenidade, realismo e objetividade que a Segov estabeleceu esse diálogo acreditado e de eficiência, com reconhecimento de diferentes interlocutores, entre os quais representantes situados em fronteiras de oposição ao governo.

Com a indiscutível capilaridade de sua presença na segurança da governabilidade, Eduardo Riedel já se destaca entre as gratas revelações da política sul-mato-grossense. Por isso, o seu nome se sobressai – não por sua provocação, mas pela deferência d sociedade - e já está consolidado entre as grandes opções de renovação política e eleitoral. Basta que aceite o chamamento dos diversos segmentos sociais, classistas e políticos que desejam vê-lo na representação das esperanças da sociedade sul-mato-grossense.    


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