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20.01.2018 | 07h55 - Atualizado em 20.01.2018 | 08h00
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Uma renovada Campo Grande começa a partir de abril

Redação

A partir deste semestre a capital de Mato Grosso do Sul será agraciada com uma das mais completas e modernizadoras obras urbanas de sua história.

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A administração do prefeito Marquinhos Trad PSD), com o apoio decisivo do senador Pedro Chaves (PSC/MS), desencavou os recursos que estavam quase perdidos de um financiamento do Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID) e resgatou o Programa Viva Campo Grande. Interrompido por causa do contingenciamento de recursos após sua primeira fase, o programa terá continuidade a partir de abril, quando serão iniciadas as obras de sua segunda etapa, no Projeto Reviva Centro, Dentro de dois anos, e com investimentos de US$ 17 milhões – ou, em valores atuais, cerca de R$ 54,8 milhões -,

a Prefeitura vai revitalizar e modernizar a Rua 14 de Julho, no trecho entre as avenidas Fernando Corrêa da Costa e Mato Grosso. O projeto prevê ainda um calçadão ou uma espécie de shopping a céu aberto, em três quadras entre a Afonso Pena e Rua Cândido Mariano, com áreas de convivência em baias, arborização, bicicletários e disponibilidade de wi-fi com Internet.

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Os detalhes do projeto identificam que as intervenções físicas e ambientais priorizam a mobilidade, a acessibilidade, a sustentabilidade e a segurança para as pessoas, com as condições básicas de convivência e de integração com o trânsito de veículos, que tem nessa região um dos pontos mais críticos da capital.

O trecho revitalizado terá calçadas mais largas e sem estacionamento, o que garante melhor espaço para os transeuntes, duas faixas para tráfego de veículos e pista de piso intertravado (o mesmo do calçamento) em lugar do asfalto. Rebaixado, o meio-fio estará à mesma altura da calçada.Travessias elevadas no meio de cada quadra darão maior segurança aos pedestres, assim como segurança será o maior atrativo dos bicicletários.

TUDO NOVO 

A Prefeitura informou que serão feitos no trecho de 1,4km da 14 de Julho a rede de drenagem, o recapeamento do asfalto, sistema de abastecimento de água, sinalização viária, calçadas com padrão de acessibilidade, paisagismo, iluminação publica e mobiliário urbano, incluídos lixeiras, bancos, defensas, vasos e murais. As redes subterrâneas de energia e telefone irão substituir as ligações aéreas, enquanto um sistema de canaletas acabará com os pontos que criam poças de água.

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O trecho entre a Afonso Pena e a Cândido Mariano receberá um conjunto mais radical de mudanças, que vão da troca de pavimento (o piso intertravado no lugar do CBUQ) e as pessoas terão autorização para embarque e desembarque quando estiverem fazendo compras, sem prejuízo das vagas reservadas a idosos e portadores de necessidades especiais.

O Reviva Centro contempla ainda investimentos em arborização, readequação da drenagem e das calçadas nos quadriláteros e transversais das vias Fernando Corrêa da Costa e Mato Grosso, Calógeras, Pedro Celestino, Rui Barbosa, 13 de Maio, 26 de Agosto, 7 de Setembro, 15 de Novembro, Barão do Rio Branco, Dom Aquino, Cândido Mariano, Maracaju e Antonio Maria Coelho.

A primeira etapa do Viva Campo Grande, planilhada para o período 2000 a 2013, definia investimentos na revitalização de toda a área central., com 94 ações, com um orçamento global estimado em US$ 300 milhões.  A segunda etapa só foi viabilizada quando o senador Pedro Chaves, numa das primeiras interlocuções de seu mandato, no ano passado, logrou êxito na empreitada para resgatar o financiamento e assegurá-lo para esta que será uma das maiores marcas realizadoras da gestão do prefeito Marquinhos Trad.   


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