Santos
09.01.2018 | 09h13 - Atualizado em 09.01.2018 | 09h15
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Santos exige cláusula por risco de prisão e adia negociação com Robinho

FolhaPress

A quarta passagem de Robinho pelo Santos esbarra em um complicado obstáculo: a acusação por violência sexual da qual o atacante é réu na Itália. Em novembro, ele foi condenado em primeira instância a nove anos de detenção. O processo está em andamento na cidade de Milão.

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Além da preocupação do presidente José Carlos Peres com a imagem do clube e, principalmente, com a repercussão entre o público feminino, a contratação de Robinho passa por uma cláusula contratual. O Santos pretende se proteger caso o jogador seja considerado culpado até a instância final no país europeu.

O clube paulista fala em "cláusula de barreira", que rescindiria o vínculo do atacante em caso de condenação irrevogável. O departamento jurídico do Santos teme que a Itália tenha acordo de extradição com países do Mercosul.

Neste caso, se a Justiça italiana emitir mandado de prisão contra Robinho nos países sul-americanos em que o Santos venha a jogar pela Copa Libertadores deste ano, ele corre o risco de ser detido, o que arranharia a imagem do clube, além do eventual prejuízo financeiro.

Na fase de grupos do torneio, o Peixe fará no mínimo duas viagens internacionais: à Argentina, para enfrentar o Estudiantes, e ao Peru, para encarar o Real Garcilaso. O outro integrante do Grupo 6 ainda será definido -e pode ser a Chapecoense, caso avance. Em território nacional, Robinho está a salvo. A Constituição não permite a extradição de brasileiros natos condenados por crimes em outras nações.


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