Habitação
06.12.2017 | 09h11 - Atualizado em 06.12.2017 | 09h13
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Agência de Habitação vai à Justiça contra irregularidades

Mutirões foram suspensos, mas ajudaram a identificar uso ilícito e venda

Correio do Estado

A Prefeitura de Campo Grande começará 2018 buscando judicialmente a reintegração de posse de pelo menos 118 imóveis entregues pela Agência Municipal de Habitação (Emha), por problemas como o abandono das moradias populares ou suas ocupações irregulares.

Foto: Paulo Ribas / Correio do Estado

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Segundo o diretor-presidente da agência, Eneas José de Carvalho, é a primeira das medidas a serem tomadas em decorrência de mutirão realizado no primeiro semestre do ano para cobrar dívidas dos mutuários.

O balanço total do mutirão ainda é contabilizado, mas a prefeitura já tem uma ideia da eficácia da medida. Negativa. “As pessoas infelizmente só funcionam na base da pressão”, ponderou.

Entregue em 2003, o Conjunto Paulo Coelho Machado, também na região sul, foi um dos locais em que o mutirão fracassou. Com 65% de inadimplência inicial, entre maio e julho, após casos até de agentes do Emha recebidos com truculência, o índice não sofreu alterações.

NEGOCIAÇÃO

Foi aprovado ontem na Câmara Municipal o projeto de lei que cria o chamado ‘Refis da Habitação’e permitirá com que moradores do conjunto habitacional Ouro Verde, no Coophavilla II, região sul, negociem as dívidas de quase R$ 20 milhões.


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