Quarta-feira, 26 de Junho de 2019

CULTURA
Terça-feira, 11 de Dezembro de 2018, 08h:45

Cultura

Centro Cultural inaugura a exposição Diversidades Condensadas

Jefferson Benício

 Acontece nesta quarta-feira (12.12), às 19 horas, a abertura da exposição coletiva Diversidades Condensadas, dos bacharéis do curso de Artes Visuais da Universidade Federal de Mato Grosso do Sul (UFMS) na galeria Wega Nery e na sala Ignês Corrêa da Costa, no Centro Cultural José Octávio Guizzo (CCJOG).

A exposição Diversidades Condensadas é a segunda edição da mostra nesse ano dos bacharéis em Artes Visuais da Faculdade de Artes, Letras e Comunicação (FAALC) da UFMS e tem curadoria da professora Priscilla Pessoa. O evento é uma realização da Fundação de Cultura de Mato Grosso do Sul (FCMS) em parceria com a UFMS.

A mostra tem classificação livre e estará aberta para visitação de terça a sexta-feira, das 8h às 22h, e sábado, das 8h às 18h, até 31 de janeiro de 2019.

“A coletiva é o resultado da conclusão do curso dos artistas recém-formados, levando ao público não só suas pesquisas individuais, mas também um panorama constante da formação artística desenvolvida no decorrer do curso. Nesse ano nove artistas participam do evento, apresentando o que eles mesmos denominaram uma diversidade condensada, o que acabou dando título à exposição’, explica Priscilla.

Conheça um pouco sobre os artistas e suas obras:

  • Alex Alonso trata de identidade e de como ela é construída na percepção de nossas experiências, usando para isso a materialidade transparente do vidro e o conceito de construção em camadas da pintura;
  • Camila Calolinda trabalha, a partir de pinturas e desenhos, com o conceito de “não lugar”, representado em sua obra pelos espaços públicos de rápida circulação como rodoviária e aeroporto, de onde ela retira elementos banalizados e os revê sob novas luzes;
  • Carolina Castro apresenta uma videoarte em que discute a relação entre o sujeito e o mundo com base em reflexões filosóficas que propõem um olhar crítico para as suas próprias percepções e vivências pessoais;
  • Deborah Nazareth traz o olhar construtivista de sua primeira formação, como arquiteta, desenvolvendo obras bidimensionais e tridimensionais com uma intenção poética de leitura do mundo que acerca, procurando a síntese visual das formas;
  • Gabriella Oshiro em sua série de delicadas e sintéticas aquarelas azuis, encontra laços entre o vazio existencial e a depressão, numa tentativa de dar vazão a sentimentos que compõem a nosso cotidiano;
  • Lila Borges aborda, numa instalação, o feminicídio e suas raízes alimentadoras, fincadas profundamente nas sociedades patriarcais;
  • Lucas Braz parte de acontecimentos do cotidiano, bem como de canções, viagens ou até mesmo memórias para desenvolver suas experimentações em pintura e desenho;
  • Maria Angélica Chiang apresenta um objeto que reúne em si diversas imagens/registros de sua vivência entre os Guarani e Kaiowá, num convite a experimentar a rede de caminhos que esse povo originário traça no mundo e no seu modo livre de ser;
  • Natália Mota realiza uma série de pinturas autorreferentes – sua família, amigos e animais são pintados por cima de telas antigas, cobrindo o passado com o presente, onde o precário, o temporário, o efêmero e outros conceitos dialogam com as pinturas, criando uma narrativa sobre como a artista vê o mundo.

A mostra tem classificação livre e estará aberta para visitação de terça a sexta-feira, das 8h às 22h, e sábado, das 8h às 18h, até 31 de janeiro de 2019, nas galerias Wega Nery e Ignês Correa da Costa.

Mais informações podem ser obtidas no CCJOG, na rua 26 de Agosto, nº 453, Centro – localizado entre a avenida Calógeras e a rua 14 de Julho ou pelo telefone (67) 3317-1795.

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