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Sábado, 17 de Novembro de 2018, 08h:46

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Campo Grande vive revolução urbana com inclusão

Redação

Não basta tapar buracos, asfaltar ruas, construir praças, sinalizar e decorar avenidas. É fundamental que as obras físicas sejam planejadas com base no olhar inclusivo que atenda às amplas expectativas de promoção humana, tanto no aspecto social como no econômico e no ambiental.

E é com esse conteúdo que a Prefeitura de Campo Grande vem trabalhando, pouco a pouco, na reestruturação urbana, combinando medidas de vigor estético com a qualidade técnica e sua utilidade no fomento à expansão das atividades econômicas, fontes potenciais de geração de emprego. 

A capital sulmatogrossense vive uma autêntica revolução urbana. O prefeito Marquinhos Trad (PSD) intensifica as intervenções destinadas à melhoria das condições de vida e trabalho da população. Por meio da captação e da recuperação de recursos federais, o apoio financeiro e logístico do governo estadual e a eficiente política de saneamento das finanças, que restaura o fôlego do caixa, a gestão da cidade promove uma transformação que vai marcar época.

O tratamento de modernização urbana e humanização do desenvolvimento é cirúrgico. Marquinhos Trad vai fechar seu segundo ano de mandato com um saldo de realizações que às vésperas de sua posse parecia impossível a curto ou médio prazos. Todas as regiões estão sendo contempladas com obras e serviços. É o caso do jardim Morenão, que há 20 anos esperava o começo, o meio e o fim da pavimentação. Há seis anos, até que as obras foram iniciadas, mas logo interrompidas, frustrando a comunidade.

Agora Marquinhos Trad atende à expectativa local. A empreiteira terminou os 746 metros de  drenagem programados e começou a aplicar a capa asfáltica em duas frentes de serviço, um trecho de 115 metros da Rua Iraque (entre a Centro Oeste e a Goiatuba)  e numa rua paralela, a Mirai (também entre a Centro Oeste e a Goiatuba).  "O presente de Natal chegou antecipado", festeja o aposentado Enoque Soares. A pavimentação atende também o Residencial Anápolis. Estão sendo  investidos R$ 1.332.560,82 na execução de 746 metros de drenagem e 2,2 quilômetros de asfalto.

 A Avenida Bandeirantes, uma das mais movimentadas vias de escoamento e de alimentação do trânsito ganha outros socorros providenciais. No primeiro semestre de 1019 vão começar as obras de drenagem e recapeamento, com faixa exclusiva para a circulação e sete estações de embarque e desembarque para ônibus. Serão investidos R$ 8.760.043,06, de um financiamento contratado seis anos atrás para o Projeto de Mobilidade Urbana.  Na sinalização horizontal e vertical serão investidos R$ 548.736,16.   

NA EULER - Em outra frente de trabalho, 2.800 metros cúbicos de massa asfáltica foram usados para a conclusão do recapeamento dos primeiros 600 metros da Avenida Euler de Azevedo, no trecho centro-bairro. O recapeamento abrange uma extensão de 2,6 km , entre as rotatórias das avenidas Presidente Vargas e Ernesto Geisel. Ano passado, foi feito um primeiro trecho da pista bairro/centro até a rotatória com a Avenida Tamandaré. Os investimentos com estas obras chegam a R$ 5,4 milhões (recursos do PAC Pavimentação) para  executar  quase 11 quilômetros de recapeamento.   

  Marquinhos Trad confirmou também para o primeiro semestre do próximo ano mais duas  frentes de drenagem, pavimentação e recapeamento na saída para Cuiabá, beneficiando a população do  Jardim Anache e de conjuntos habitacionais  como José Tavares, Oscar Salazar, situados no Bairro Nova Lima. A  região concentra mais de 40 mil moradores.  Nesta mesma região, já estão sendo investidos R$ 24 milhões no Nova Lima (etapa A), abrangendo 20 quilômetros de pavimentação e recapeamento. Mais de 70% do serviço já estão prontos.  

Para criar condições ainda melhores e mais humanas a quem mora no Complexo José Tavares,  a Prefeitura vai desembolsar R$ 18.146.238,82 na implantação de 4,3 km de drenagem, 14,1 quilômetros de pavimentação e 3,6 km de recapeamento. Além do Residencial José Tavares do Couto, receberão infraestrutura os conjuntos habitacionais Oscar Salazar, Silvestre I, II e III, Tarsila do Amaral, Vida Nova 2, José Prates, Coriolando da Silva Correa (I e II) e  Parque Iguatemi,  Tarsila do Amaral, Vida Nova II, José Prates, Coriolando da Silva Correa I e II e Parque Iguatemi.

No Jardim Anache, o projeto de pavimentação e drenagem vai custar R$ 10,3 milhões - ou cerca de R$ 2 milhões a menos do que era estimado. O prefeito atendeu às solicitação da comunidade e determinou a implantação de 2,5 quilômetros de drenagem;  11 quilômetros de pavimentação e 4,6 km  de recapeamento, além de calçadas.  "Tudo o que está sendo feito chega com atraso.

São obras que deveriam estar prontas para que demandas mais atuais fossem atendidas. Mas estamos cumprindo nosso papel e a cidade adquire musculatura mais sólida para crescer com sustentabilidade e inclusão", afirmou Marquinhos Trad. 

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