Sexta-feira, 19 de Outubro de 2018

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Domingo, 23 de Setembro de 2018, 09h:09

Cidade Morena

Obras na Capital rechaçam fantasma da crise

Redação

A conjuntura de recessão, fonte do desemprego e da retração da economia, é implacável e resistente - entretanto, já encontra barreira firme no desenvolvimento que Campo Grande vem registrando nos últimos dois anos. O ritmo nervoso e incessante de obras distribuídas por todas as regiões indica que a cidade não se deixou derrubar pelo pessimismo que afetou praticamente todo o País desde o início desta década.

E há uma explicação latente para confirmar o cenário de otimismo - a gestão da cidade tem como indutor o viés desenvolvimentista e de evolução sustentável que vem sendo liderados pelo prefeito Marquinhos Trad (PSD).

 Além da parceria exitosa com o governador Reinaldo Azambuja (PSDB) e a excelente articulação com as bancadas de parlamentares municipais, estaduais e federais, o prefeito também impõe o estilo próprio de governar, tomando decisões ousadas e interferindo com sua liderança para garantir a dinâmica administrativa que implantou.

Com isso, a cidade se vê tomada por frentes de trabalho. As obras, tomando conta de todas as regiões urbanas, expressam uma nova realidade de superação e de crescimento. É o que se pode conferir, entre outros indicadores, no Jardim Morenão. Lá, a Prefeitura realiza antigo sonho dos moradores e atende principalmente quem vive nas casas do Conjunto Habitacional Anápolis. São as obras de drenagem, antecedendo a pavimentação que virá em seguida, a partir do ano que vem.

No total, os investimentos chegam a R$ 1.332.560,82 para executar os 746 metros de drenagem e 2,2 quilômetros de asfalto, cuja conclusão deve ocorrer em até seis meses. O serviço teve que ser interrompido estas semanas por causa da chuva, mas desde a última terça-feira está em pleno andamento. 

O canal de drenagem fica numa área de servidão que será interligado à rede já existente na Rua Rivaldir Alberti. Cerca de 200 metros depois, a drenagem avançará à Rua  Kilda Ribeiro para captar a enxurrada no prolongamento da Rua Francisco dos Anjos. Na segunda-feira, 24, será iniciada nova frente de recapeamento, que cobrirá  quase 11 km. 

A execução do pavimento cobrirá trechos das  Avenidas Tamandaré e Euler de Azevedo, além de toda a extensão da Rua Fernando Noronha (2,7 km). Esta é uma via lateral ao Cemitério Santo Amaro, ligação entre as avenidas Tamandaré e Presidente Vargas. O investimento previsto é de R$ 5,4 milhões, recursos federais oriundos do PAC Pavimentação, que serão aplicados também no recapeamento das ruas Miguel Vieira, Joaquim Lacerda e Cerejeira, nos Altos do São  Francisco , onde foi feito o microrevestimento na Rua Cotegipe, acesso ao conjunto habitacional Coophasul.

"O fôlego financeiro que estamos tendo não é fruto de milagre. É fruto, isto sim, de planejamento e de direcionamento eficiente da disponibilidade dos cofres da municipalidade. É o dinheiro do contribuinte bem aplicado", explicou Marquinhos Trad. Uma explicação que define com precisão de que forma a capital de Mato Grosso do Sul vem espantando os fantasmas da crise.

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