Sexta-feira, 27 de Novembro de 2020

POLÍCIA
Terça-feira, 05 de Fevereiro de 2019, 09h:14

Fronteira

Prisão de Minotauro pode causar ‘guerra sangrenta’ na fronteira, alertam autoridades

Especialistas temem disputa 'com muitas mortes' pelo controle do narcotráfico

Midiamax

Após a prisão de Sérgio de Arruda Quintiliano, de 36 anos, conhecido como ‘Minotauro’ nesta segunda-feira (4), em Santa Catarina, autoridades paraguaias agora acreditam que uma guerra sangrenta deve se instalar na fronteira para o controle do narcotráfico na região.

Segundo o promotor da Unidade Especializada na Luta contra o Narcotráfico, Hugo Volpe disse com a ‘vaga’ deixada tanto por Jarvis Pavão como agora por ‘Minotauro’ uma guerra deve se instalar na fronteira pelo controle do tráfico, o que pode resultar em muitas mortes.

Sérgio de Arruda tinha a intenção de eliminar todos do clã do Pavão para poder ter o controle, tanto que a última morte que teria sido encomendada por ‘Minotauro’ era a do tio de Jarvis, Francisco Novaes Gimenez, o ‘Chico Gimenez’, que teve a casa invadida por pistoleiros que fizeram mais de 190 disparos de fuzil, no dia 17 de janeiro deste ano. 

 

Segundo o site última Hora, agora com a prisão de ‘Minotauro’ as autoridades paraguaias preveem retaliação dos integrantes do grupo de Sérgio e de Pavão.

‘Minotauro’ é suspeito de participar da execução do policial civil,Wescley Vasconcelos em março de 2018, depois de o investigador supostamente descobrir sua identidade, já que na fronteira, ‘Minotauro’ usava o nome falso de Celso Mateus Espíndola.

Ele também teria ligação na morte de Jorge Rafaat, além de ser acusado de tráfico de drogas, lavagem de dinheiro e ser integrante da facção criminosa PCC (Primeiro Comando da Capital), em Pedro Juan Caballero.

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