Domingo, 29 de Março de 2020

POLÍTICA
Sábado, 22 de Fevereiro de 2020, 06h:05

Reinaldo Azambuja

Mais de cinco anos de obras para os 79 municípios

Hugo Miller

         De janeiro de 2015 a fevereiro de 2020 são cinco anos e dois meses de governo de Reinaldo Azambuja (PSDB). Nestes quase 62 meses a crise econômica não tem dado trégua aos poderes públicos em todos os níveis. Mato Grosso do Sul, porém, é um dos raros estados que, mesmo pressionados pela queda de receitas e retração generalizada, ainda consegue resistir, retomando o crescimento.

Com uma política de blindagem fiscal e financeira - que garante o necessário equilíbrio para o equilíbrio das contas -, Azambuja paga em dia as folhas e encargos do funcionalismo e fornecedores, além de cobrir contrapartidas de aportes externos, como as emendas parlamentares que trazem verbas orçamentárias da União e outras fontes de captação, como projetos habitacionais da esfera federal.

Na esteira desse planejamento, em cinco anos os moradores dos 79 municípios sulmatogrossenses vivem numa rotina diferenciada dos demais estados brasileiros: a realização de obras lançadas e executadas pelo governo estadual. E esta rotina não se interrompe: Azambuja inicia seu quinto ano de mandato lançando mais um “pacote” de obras, que somadas representam mais de R$ 3 bilhões em investimentos nas áreas de infraestrutura, saúde, segurança, educação e fomento à economia.

O detalhe singular que realça a capacidade governamental é a fonte dos recursos desses investimento: a maior parte vai sair do caixa do Fundo de Desenvolvimento do Sistema Rodoviário (Fundersul). Entre as obras previstas consta a pavimentação de mais de 800 km de rodovias e vias urbanas, a restauração de 560 km da malha viária estadual e a construção de 130 pontes.

Azambuja vai entregar também, com os prefeitos obras assistenciais e de saúde, entre as quais os hospitais de Dourados e Três Lagoas, totalmente equipados, e o Pronto Socorro de Corumbá. Segundo o secretário de articulação política Sérgio de Paula, este “pacote” de Azambuja é superior em quantidade, qualidade e abrangência ao MS Forte, do governo de André Puccinelli, que não chegou a R$ 3 bilhões e ainda foi programado para duas etapas, com recursos tomados por empréstimo junto ao Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES).

   Todos os municípios serão contemplados direta e indiretamente, sobretudo por obras planilhadas para os municípios-polo, como os de Dourados e Três Lagoas. Do Pantanal ao Bolsão, do Cone Sul e Grande Dourados ao Norte, todas as prefeituras estarão integradas na parceria com o Estado para a execução desses investimentos.

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