Sábado, 08 de Maio de 2021

BRASIL
Quarta-feira, 28 de Abril de 2021, 11h:47

RESPOSTA ÀS CRISES

MS dá em seis anos seu maior e melhor salto para o futuro

MS Notícias

Esse é Reinaldo Azambuja. - Foto: Reprodução

Em seis anos e quatro meses de governo, igual período marca a duração das crises que se acumularam sobre Mato Grosso do Sul. A recessão que já se arrastava em prolongados impulsos, teve sua dose aumentada na transição político-administrativa nacional em 2015 e foi agravada a partir de março passado com a eclosão da pandemia da Covid-19.

Mas nem mesmo a diversidade de conjunturas negativas impediu que o Estado criasse condições únicas e efetivas de superação e de desenvolvimento, voltando a crescer com autoridade e solidez. Os demonstrativos são irrefutáveis, ilustrados pelos indicadores de maior crédito no País, mediante a avaliação de desempenho de gestão e na execução de programas de desenvolvimento.

Hoje, enquanto se desdobra incansavelmente para garantir à população todas as atenções concretas para o enfrentamento da pandemia, o governador Reinaldo Azambuja (PSDB) revitaliza e amplia sua confiança ao conferir os resultados do planejamento e da estratégia de gestão que encarou a recessão e revidou sentimentos como a falta de perspectivas, o desânimo e a retração. A receita da vez é a da autoestima restaurada e potencializada das pessoas e do Estado.

Mato Grosso do Sul está dando um salto sem precedentes para o futuro. A qualidade e o volume de investimentos que reenergizam e diversificam a economia, gerando empregos e promovendo a inclusão social e econômica, ganha hoje um acréscimo da mais elevada dimensão: a Rota Bioceânica. É esta atualmente uma das senhas de maior repercussão nas economias continentais, porque capacita e dá competitividade singular ao Brasil e demais países da América Latina no jogo intercontinental de mercados comerciais.

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Reinaldo Azambuja ao lado de Eduardo Riedel. Foto: Reprodução

Com esse corredor que, saindo de Porto Murtinho, abrirá e pavimentará o avanço do Brasil até a entrada do Oceano Pácífico, passando por Paraguai e Argentina e chegando aos portos do Chile, estará materializado um antigo sonho integracionista. E mais do que isso, as mercadorias do continente terão melhor preço, porque serão mais competitivas graças à economia no custo transporte. Além da navegação pelo Rio Paraguai e demais bacias hidrográficas de sua conexão, o escoamento conta ainda com os modais rodoviários e ferroviários disponíveis nos países da região.

OLHAR FUTURISTA

O governo sul mato grossense faz sua parte em todo este processo. E vai além. Para que o fluxo no transporte de cargas pesadas seja mais ágil e não sacrifique as vias urbanas de Porto Murtinho, Azambuja construiu o entorno rodoviário na BR-267, que direciona o tráfego para a região portuária. Na obra, o Estado desembolsou R$ 25 milhões. Nela, o olhar do governador vislumbrou autonomia, convivência produtiva e fortalecimento dos sonhos de integração continental - um olhar de futuro, inspirado pelos exemplos do passado e as experiências do presente.

INFRAESTRUTURA

Outros caminhos e opções de escoamento compõem o desenho desse histórico avanço sulmatogrossense. No dia 11 de fevereiro foi assinada a ordem de serviço para a malha rodoviária para aproximar Guia Lopes da Laguna, Cabeceira do Apa, Antônio João, Copo Sujo, Dourados, Itahum, Antonio João e Ponta Porã, em um flanco, e Jardim, Bela Vista e Porto Murtinho, em outro. As obras estão em andamento e o ritmo é bem acelerado. Num desses trechos de interligação, no Sudoeste, em cinco frente de trabalho os investimentos autorizados por Azambuja chegam a R$ 226 milhões.

Recursos para empreendimentos desse porte estão previstos e assegurados pelo Programa "Governo Presente", concebido por Azambuja para atender todos os 79 municípios com obras de infraestrutura e agregando a inclusão social, com geração de empregos e outros benefícios. Mais de R$ 4 bilhões terão sido mobilizados pelo Estado até dezembro do ano que vem, quando termina o segundo mandato do governador.

SANEAMENTO

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O Secretário de Infraestrutura de MS Eduardo Riedel e o Presidente da MS Pantanal Celso Paschoal. Foto: Rerodução

Até lá também estarão avançados os projetos de universalização do saneamento básico nas cidades atendidas pela Sanesul. Esse objetivo foi viabilizado por mais uma das iniciativas acertadas de Azambuja: a Parceria Publico-Privada. "Garantir o acesso à rede de esgoto a cada família sul-mato-grossense é a meta da PPP feita entre a Sanesul e a Ambiental MS Pantanal (Aegea)", diz Walter Carneiro Jr, presidente da estatal.

Com a nova PPP, a Aegea ficou responsável pela prestação dos serviços de esgoto num lote de 68 municípios. O projeto prevê a universalização nos próximos 30 anos. Ao todo, estão estimados investimentos de R$ 3,8 bilhões, sendo cerca de R$ 1 bilhão em obras e mais R$ 2,8 bilhões em custos operacionais.

Esses dados atestam que a atenção governamental não se mede pelos investimentos em estradas, pontes e concreto. O saneamento é condição social e humanitária básica, de saúde, de higiene e de qualidade de vida. Assim também é a performance estadual no enfrentamento do coronavírus. Até terça-feira, 27, Mato Grosso do Sul já havia vacinado 16,97% da sua população com a primeira dose, ficando em segundo lugar entre os estados brasileiros com melhor desempenho na campanha de imunização contra a Covid-19. É superado apenas pelo Rio Grande do Sul e permanece entre os três primeiros desde o início da campanha.

Desde o primeiro ano de mandato Mato Grosso do Sul teve do governador decisões que, mesmo sob a pressão das crises, garantiram ao Estado resultados sociais significativos e até muito raros, como as posições frequentes nos primeiros lugares do ranking nacional de geração de empregos com carteira assinada e o pagamento em dia do funcionalismo público.

Para atrair investimentos, fomentar as atividades produtivas e assegurar o caixa que paga em dia o servidor público e presta socorro financeiro a famílias carentes impactadas pela pandemia, é preciso uma gestão que submeta sua estratégia gerencial aos mandamentos humanistas - como afirma Reinaldo azambuja: governar com e para as pessoas.

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