Santiago Cuella, 26 anos, que está há quatro na fila do transplante de rins, infelizmente voltou para Campo Grande sem conseguir fazer a cirurgia. A mãe conta que, apesar da frustração, eles estão esperançosos que o transplante dê certo na próxima vez.
A mãe Marlene não mediu esforços para mobilizar ajuda e até conseguiu uma aeronave do Corpo de Bombeiros de Mato Grosso do Sul para viagem até Curitiba, contudo, ela viu o esforço indo pro ‘ralo’ ao chegar na unidade de saúde e descobrir que uma paciente mais velha recebeu o rim doado
“Infelizmente não foi dessa vez para ele. Porém, a senhora que foi com ele. Foi abençoada, tinha mais tempo de espera que ele na fila”.
Ela diz que eles continuarão tentando. “Com certeza, desistir da vida jamais. Temos que fazer mais campanha para a doação de órgãos. Não entendo porque muita gente prefere enterrar um tesouro que pode dar alegria a tantas famílias. Precisamos conscientizar mais as pessoas.”
Marlene ficou triste por um lado e feliz por outro. “Como mãe estou muito triste, porém estou concernente pela Eliete que vai sair daquela máquina horrível. Ele já está em casa com a graça de Deus. Aguardando ansioso pela próxima chamada.”
Marlene cita que não tem previsão de nova viagem para transplante. “A vida é um grande mistério, bela e cruel ao mesmo tempo. É horrível esperar que alguém morra é seja um doador. Previsão nenhuma, só se alguém se habilitar a fazer o teste e doar um rim vivo! Aí pode se marcar dia é hora.”

















