Search
Close this search box.

Polícia identifica criminoso que pretendia praticar roubo milionário em MS

publicidade

No dia 13 de março, policiais civis da Garras (Delegacia Especializada de Repressão a Roubo a Banco, Assalto e Sequestro) desencadearam a segunda fase da Operação Euphractu onde foram cumpridos quatro mandados de prisão e sete de busca e apreensão nos estados de MS, SP, SC e RS.

Na ocasião o chefe da Organização Criminosa – que tentou roubar o Núcleo de Valores e Custódia do Banco do Brasil em Campo Grande no final do ano de 2019 – foi preso na cidade de Marília (SP) onde inicialmente identificou-se como sendo Márcio.

Ocorre que após intenso trabalho de investigação e compartilhamento de informações com a polícia civil de outros Estados, constatou-se que o “Velho” como é conhecido entre os membros da Organização Criminosa, utilizava diversos nomes falsos para praticar crimes.

Os investigadores do Garras identificaram pelo menos onze nomes que ele utilizou: 1 – Marcio Dorneles Mendes Junior; 2 – Ernande Pereira da Silva; 3 – Ermandes Pereira da Silva; 4 – Ernandes Pereira A Silva; 5 – Hernandes Pereira da Silva; 6 – Jose Abílio Xaster; 7 – José Abílio Xastre; 8 – Jose Ferreira da Silva; 9 – José Inácio de Sa Goncalves; 10 – Jose Wichester e 11 – Armando Cezário.

Leia Também:  Em 1ª audiência, testemunhas de acusação são ouvidas sobre assassinato de agiota

“Velho” era considerado um dos bandidos mais procurados do Brasil pela prática de roubo a banco. Já que ele foi processado mais de oitenta vezes em estados do Nordeste, Centro-Oeste e Sudeste, sendo que inclusive possuía mais de 30 anos de pena para cumprir, porém tais condenações já foram prescritas.

Um dos mandados de prisão ainda vigente é da comarca de Catalão/Goiás, que foi devidamente cumprido esta semana.
Os demais membros da Organização Criminosa ainda estão sendo procurados, já que vários mandados de prisão foram expedidos após investigações que ocorreram nos últimos 9 meses.

Compartilhe essa Notícia

publicidade

publicidade

publicidade

publicidade