O Procon Campo Grande, divulga os preços de álcool em gel e máscaras respiratórias. A pesquisa foi realizada nos dias 27/2 a 2/3/2020, em 15 estabelecimentos comerciais, dentre eles: dez farmácias, três lojas de cosméticos dois supermercados de Campo Grande.
Obteve-se o menor preço de R$ 4,60 no produto álcool em gel de 170g – marca Exceed, e o maior preço de R$ 26,40 de 500ml.
No produto máscara, encontrou-se o menor preço R$ 7,99.O maior preço de R$ 39,90.
Em alguns países o uso das máscaras de proteção respiratória é muito comum, sua utilização previne que diversas partículas nocivas ao corpo humano, tal como vapores orgânicos, fumaças e gases potencialmente nocivos, sejam absorvidos.
Alguns gases ou vapores provocam reações imediatas como tosse, tonturas, dores de cabeça, alergias, espirros ou falta de ar. Existem também as doenças provocadas por certos contaminantes, que só serão diagnosticadas após alguns anos de exposição.
O álcool em gel também é bastante utilizado, ele é apontado pelas autoridades sanitárias do Brasil e dos EUA como alternativa à lavagem das mãos, apenas para momentos em que não houver água e sabonete.
Além disso, o álcool puro não se mostra tão eficaz como antibacteriano. Por isso, recomenda-se uma solução que contenha entre 60% e 95% de álcool, a que é normalmente vendida nas farmácias e supermercados.
No Brasil, o uso da máscara aumentou depois de casos de contaminação pelo novo coronavírus em países da Ásia e 2 (dois) casos confirmados no país. Porém de acordo com o Ministério da Saúde, o uso das máscaras não são 100% (cem por cento) eficazes, e ainda não existe a necessidade do uso permanente desse acessório. Apesar do quadro apresentado pelo Ministério da Saúde, a Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) não incluiu o uso de máscaras entre às suas recomendações à população. Embora não recomende, por enquanto, o uso de máscaras no Brasil, em nota, a Sociedade Brasileira de Infectologia (SBI) reforça o cuidado com higiene. (Site Veja).
Ainda sobre o uso das máscaras e álcool em gel no Brasil, o site Estadão conversou com o gerente do Controle de Infecções Hospitalar do Sabará Hospital Infantil, Francisco Ivanildo Oliveira Júnior, que reforçou a importância da higiene pessoal como maior ato de prevenção.
“Não tem evidência de que tenha transmissão no Brasil de uma pessoa para a outra. Neste momento, é importante reforçar a necessidade de higienização das mãos, porque o vírus é transmitido pelo contato. O indivíduo que está tossindo ou espirrando vai contaminar superfícies ao usar o teclado, mouse, torneira.
Todas as superfícies ficam contaminadas. É essencial a lavagem das mãos para eliminar o vírus, no caso do álcool em gel, o produto potencializará a higienização das mãos. As pessoas devem higienizar as mãos não só para se proteger do coronavírus, mas de outras infecções virais”.
Entretanto o receio de surto do coronavírus tem provocado o aumento da procura pelo álcool em gel e as máscaras, dois itens praticamente esgotados nas farmácias, supermercados e loja de cosméticos. Somente em uma farmácia pesquisada, foram vendidas mais de 1.200 unidades de álcool em gel nos últimos 3 (três) dias.
De acordo com os gerentes dos estabelecimentos comerciais, alguns consumidores estão comprando os produtos em grandes quantidades para estoca-los. Ao fazerem isso, muitos consumidores não poderão adquiri-los. Mesmo não havendo a necessidade da utilização em Campo Grande, por exemplo, além de não encontrar os produtos, o consumidor corre o risco de pagar um preço elevado. Por isso há necessidade de pesquisar.
Principais maneiras de prevenção das doenças infecciosas:
– Lavar as mãos frequentemente com água e sabonete por, pelo menos, 20 segundos. Se não houver água e sabonete, usar um desinfetante para as mãos à base de álcool
– Evitar tocar nos olhos, nariz e boca com as mãos não lavadas;
– Evitar contato próximo com pessoas doentes;
– Ficar em casa quando estiver doente;
– Cobrir boca e nariz ao tossir ou espirrar com um lenço de papel e jogar no lixo;
– Limpar e desinfetar objetos e superfícies tocados com frequência.
Orientamos que os consumidores utilizem a planilha com os preços e façam pesquisas antes da compra. Pois, vários produtos pesquisados já estão em falta nos estabelecimentos comerciais.

















