A Pesquisa Nacional de Amostras por Domicílio (PNAD) é um dos mais completos e importantes levantamentos do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatísticas). Ela recolhe todos os dados necessários para uma radiografia de diversos aspectos e situações nacionais, entre os quais o total de habitantes e de eleitores, a composição étnica e os números sobre o desemprego e a falta de atividade econômica, que levam como nome técnico a palavra “desocupação”.
Na sua amostragem atual, o IBGE apurou que Campo Grande possui o menor índice de desocupação entre todos os estados brasileiros e Distrito Federal: 3,4%. Neste patamar, a capital de Mato Grosso do Sul é a dona do primeiro lugar no ranking do primeiro trimestre de 2023. A dimensão deste avanço é ainda maior quando comparada aos números das médias estadual (4,8%) e nacional (8,6%) – e supera também o desempenho de países como Canadá, Austrália e Estados Unidos no combate à desocupação.
COINSTRUÇÃO COLETIVA – Ao comentar o reconhecimento de Campo Grande como a “Capital das Oportunidades”, a prefeita Adriane Lopes (Patriota) destaca a força e a capacidade da população, enaltecendo a vocação para o trabalho e o amor à cidade. E salienta estar satisfeita com o acerto de políticas publicas que vêm contribuindo com a nova realidade. “Estamos fazendo a nossa parte. Não é um esforço individual, isolado. É uma construção coletiva. A prefeitura e a sociedade funcionam em harmonia para responder ‘aos maiores desafios, entre os quais a abertura de novos horizontes para todos”, enfatiza.
Adriane se diz recompensada pela maciça adesão da sociedade à gestão municipal. “Os resultados chegam como consequência do trabalho. Estamos nos transformando em polo de crescimento e de geração de novos negócios. Em 2022 ampliamos para mais de 10 mil o número de empresas ativas. E seguimos crescendo, o resultado não poderia ser outro senão bons números de empregabilidade”, assinalou.
Os dados do IBGE informam que Campo Grande tem 743 mil pessoas em idade para trabalhar, sendo que 498 mil compõem na força de trabalho, que é movida por cidadãos e cidadãs em idade laboral e abriga aqueles que estão trabalhando ou procurando emprego. Esta aferição reforça o panorama de crescimento econômico no pós-pandemia. Desde julho de 2020, mais de 34 mil novos postos de trabalho com carteira assinada foram criados. E só no primeiro trimestre de 2023 houve um saldo de 2.558 novas vagas, com destaque para serviços, construção civil e indústria.
Para o economista e superintendente de Indústria, Comércio, Serviços e Comércio Exterior da Sidagro, José Eduardo Corrêa dos Santos, o índice de 3,4% pode ser indicador de um quadro de pleno emprego. O secretário de Inovação, Desenvolvimento Econômico e Agronegócio, Adelaido Vila, diz: “As medidas da gestão municipal para fortalecer a economia revelam sua assertividade. Os dados provam que Campo Grande é de fato a cidade das oportunidades”.

















